now i'm a warrior
Beatriz Buonavilla, pisciana, 20 anos (Tumblr desde os 17). Gosto de escrever meus sentimentos, sejam eles felizes ou tristes. Gosto de criar histórias, de ler histórias. Tenho a imaginação muito fértil, sou ciumenta mas não possessiva, sou boba e dou risada de tudo mas não sou fácil de enganar, meus amigos dizem que sou lesada mas só tenho o raciocínio lento mas não pense que porque eu sou assim qualquer um brinca comigo. Gosto de viver rodeada de pessoas, gosto de beber com meus amigos, amo balada e amo meu namorado. Choro por qualquer coisa, sou bem sentimental mas isso é uma característica do meu signo.
“Não permita que as opiniões negativas influenciem nas suas ações.”
Jéssica Letícia.  (via enoitecer)


Reblogue se você cresceu com isso:

snapchato:

image

Não isto:

image


“Se eu pudesse usar uma metáfora, diria que abriram a janela do meu peito e tudo de bom saiu voando. Eu carrego só uma jaula suja e escura agora. Se eu pudesse usar uma metáfora, eu diria que tiraram as rodinhas dos meus pés. Eu deslizava pelo mundo. Era macio existir. Agora eu piso seco no chão, como um robô que invadiu um planeta que já foi habitado por humanos. Mas eu não posso usar metáforas porque seria drama, seria dor, seria amor, seria poesia, seria uma tentativa de fazer algo. E tudo isso seria menos. Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa. Forço um pouco e penso que o nome é morte. Me sinto morta. Sinto o mundo morto. Mas se forço um pouco mais, tentando escrever o mais verdadeiramente possível, percebo que mesmo morte é muito pouco. Eu sem nome você. Eu sem nome nós. Eu sem nome o tempo todo. Eu sem nome profundamente. Eu sem nome pra sempre.”
Tati Bernardi, sem nome.  (via inverbos)

“Eu sou sua e eu serei sua até que as estrelas caiam do céu. Sua até que os rios sequem, em outras palavras, até eu morrer. Eu sou sua e eu serei sua até que o sol não brilhe mais. Sua até que as rimas dos poetas se esgotem, em outras palavras, até o fim dos tempos.”
Arctic Monkeys.     (via subtraido)

Poucas pessoas sabem, mas a palavra “amor” é derivada da palavra “morte”. Quando você diz a uma pessoa “eu te amo”, é como se estivesse dizendo “eu morreria por você”


“O pior amor é aquele que sussurra. Amor mesmo, grita.”
Londres, 1999.   (via um-menino-adulto)









THEME